Seja feliz
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Só um dia de sol
um dia isso tudo se tornará esquecimento,
então vivamos o agora,
já que amanhã, não sabemos se terá o mesmo gosto do agora,
viver,
às vezes é acreditar que tudo é possível,
mesmo que para isso,
tenhamos de superar tudo e todos...
que assim seja,
de agora,
por ontem
até sempre...
Para alguém...
Sobre nós dois
quinta-feira, 29 de abril de 2010
O silêncio do quadro
"uma parte de mim,
é traduzível,
outra parte se nega a dizer verdades,
saudade acontece, vem da vida,
dos bons sonhos
e do que a vida se leva,
como um quadro em silêncio na parede,
fixo e com um toque sutil de solidão,
oras assistido,
oras despercebido,
e assim, em partes, divido-me,
e me vou,
nos próximos segundos, vivendo do que fiz nesses últimos,
traduzir-me em mim mesmo não é fácil,
pior minhas inverdades..."
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Debaixo de um céu azul
domingo, 25 de abril de 2010
Ensina-me, vai viver...
Mistérios da imaginação
sábado, 24 de abril de 2010
O que?
sexta-feira, 23 de abril de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Ela era escorpião
terça-feira, 20 de abril de 2010
Num lugar chamado coração
"nesse momento,
alguém dorme,
e estou livre pra me preocupar com minhas paixões,
a queria aqui comigo,
é triste a solidão que me acompanha,
parece que a madrugada está vazia,
sem luzes,
às escuras,
só amarguras,
solidão
e saudade,....
não a vi ontem,
nem hoje talvez,
mais e mais horas se passaram,
e não sei agora,
porque não me veio,
não me viu,
não me quis,
me deixou,
me deixou deixado,
me deixou deixado de propósito,
para eu sentir essa vontade,
essa necessidade de a querer,
essa necessidade de não a esquecer,
parece que a madrugada ainda nem iniciou,
sem cor,
às pressas,
só lamentações,
saudade, solidão...
e eu ainda não a tenho aqui,
pensei, iniciar e ela aparecer,
pra me levar o amor,
roubar de mim, palavras,
minha liberdade,
meus erros, vaidade,
essa vontade de protelar sonhos,
essa vontade ,
de esquecer o tempo,
parece que a madrugada não vai passar,
com imensa dor,
às avessas,
só manifestações,
saudade, solidão, solidão, saudade...
isso que estou livre pra me preocupar com minhas paixões:
as palavras,
o encontro de palavras,
que traduzindo-se em meus pensamentos,
me trazem a lembrança,
a imagem,
e a ausência de você,
parece que agora sim, a madrugada vem,
com sua intensa sedução,
aos prantos,
só fragmentos de um novo amor,
liberdade, solidão, saudade, emoção,
dorme,
quando acordar dessa noite de poesias,
serei eu, o amor,
e você, paixão..."
guarda teus sonhos,
os guardo, nos meus...
Uma rápida história de um quase amor
com os olhos cheios de emoção ele quase disse adeus a ela,
mas alguma coisa lhe mostrou algo de bom em seus olhos,
ela nunca tinha o visto daquele jeito,
com medo, ele tremia de cima abaixo,
ela inteligente, segura,
só queria brincar de amar mais uma vez,
ele, machucado, totalmente inseguro,
recuou,
nunca soube a hora de iniciar,
mas sabia quando devia se ver derrotado,....
desistiram de criar mais uma linda história de amor,
nunca mais se viram,
e um dia, na frente de casa,
sentada em sua cadeira,
ela já velhinha(seus últimos segundos chegavam)
pensou rapidamente nele,
lembrou que não o fez sorrir,
e chorou,
olhou um pássaro ferido voando no infinito,
ele voou,
não suportou a dor,
caiu,
e ela,
se foi,..."
Talvez
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Insistir sempre
Cair em si - Djavan
``às vezes parece um tambor,
mas não é tambor,
nem nada,
é o coração...´´
Djavan, espetacular...
domingo, 18 de abril de 2010
Quem sou eu?
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Do silêncio ao silêncio total
Esse é um grande vídeo feito nos EUA,
sobre coisas que acontecem,...
e acontecem...
“Eu sempre tentei ser eu mesmo,
sempre tentei ser aceito,
dividindo atenção,
muitas vezes aceito,
muitas vezes ignorado,
culpa do que sou,
do que serei,
ou do que fui um dia,...
A ignorância vem de diversas formas,
mesmo invisível ou anônima,...
Fui, às vezes hostilizado,
machucado,
pensei em contar a alguém,
mas quem me entenderia?
Ouvi diversas vezes coisas difíceis,
tanto de ouvir,
quanto de dizer,
Fui chamado de doente,
ridicularizado,
psicologicamente prejudicado...
Não lembro de algum dia ter vencido algo,
mas tenho a certeza de que nunca perdi,
mas sempre me senti um derrotado...
Tentei ser aquele que luta o tempo todo,
mas fui fraco,...
e,quando me desesperei,
desisti,
nem no meio do caminho estava,
não cheguei a conhecer quase nada,...
Fui tentando,
tentando,
evitando,
suportando...
e fiz o que achava mais certo.
Para não mais voltar..."
No mundo inteiro,
crianças sofrem algum tipo de discriminação nas escolas.
Sua crença, raça, seu jeito, seu silêncio, seu corpo, sua classe social...
qualquer coisa serve para que ela um dia acorde dominada pelo medo,
transformando esse medo em estupidez...
Pense nisso...
sobre coisas que acontecem,...
e acontecem...
“Eu sempre tentei ser eu mesmo,
sempre tentei ser aceito,
dividindo atenção,
muitas vezes aceito,
muitas vezes ignorado,
culpa do que sou,
do que serei,
ou do que fui um dia,...
A ignorância vem de diversas formas,
mesmo invisível ou anônima,...
Fui, às vezes hostilizado,
machucado,
pensei em contar a alguém,
mas quem me entenderia?
Ouvi diversas vezes coisas difíceis,
tanto de ouvir,
quanto de dizer,
Fui chamado de doente,
ridicularizado,
psicologicamente prejudicado...
Não lembro de algum dia ter vencido algo,
mas tenho a certeza de que nunca perdi,
mas sempre me senti um derrotado...
Tentei ser aquele que luta o tempo todo,
mas fui fraco,...
e,quando me desesperei,
desisti,
nem no meio do caminho estava,
não cheguei a conhecer quase nada,...
Fui tentando,
tentando,
evitando,
suportando...
e fiz o que achava mais certo.
Para não mais voltar..."
No mundo inteiro,
crianças sofrem algum tipo de discriminação nas escolas.
Sua crença, raça, seu jeito, seu silêncio, seu corpo, sua classe social...
qualquer coisa serve para que ela um dia acorde dominada pelo medo,
transformando esse medo em estupidez...
Pense nisso...
Pouco depois da meia noite
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Magnólias do passado
Como se fosse a minutos atrás
Os próximos segundos
Ontem só
terça-feira, 13 de abril de 2010
A magnólia da saudade
"Ela havia saído de casa cedo, nem esperou o sol,
fez seu trajeto diário,
contemplou os pássaros,
beija-flores,
viu os primeiros raios de sol no mar,
deixando a energia daquela manhã tomar conta de sua imaginação,
saía de casa apressada para procurar livros,
queria ler,
queria palavras que acalmassem seu coração daqueles novos tempos,
solidão sentia demais,
mesmo, não só,
chegou numa livraria, essa estava vazia,
na porta, um pequeno bilhete dizia que aquela livraria estava fechada,
e que os donos haviam se mudado para outra cidade,
foi então para a outra livraria do outro lado da rua,
esta estava fechada para manutenção do prédio,
na porta o funcionário tentava lhe explicar que não tinha como entrar,
era cedo, o prédio estava em manutenção a dois dias,
e ela lembrava de passar ali no dia anterior,
mas não lembrava de ter visto a livraria fechada.
Andou pela cidade, alguns dormiam, outros acordavam, despertavam,
e ela acordada a horas, precisando ler algo pra acalmar-se de seu tédio interior,
de repente avistou uma banca de jornal abrindo,
foi até o jornaleiro, perguntou se haviam livros, e ele disse que sim,
haviam chegado vários livros, mas que ele não havia levado,
pois cansado de levar livros e ninguém comprá-los,
resolveu que naquela manhã não venderia livros,
só jornais e revistas....
- quer um jornal, senhora do vestido vermelho?
- não, quero um livro, quero saciar minha sede de ler um livro com uma história inesquecível, algo que invada minha alma e me faça sorrir ou chorar, nem que seja pela última vez, quero emoção, aquela que só um bom livro pode dar...
- que pena, hoje estou sem nenhum, nem sei se voltarei a vender livros...
Um vendedor de flores, lhe indicou então, uma banca próxima da Igreja, a duas quadras dali,...
- mas aí terei de atravessar a praça e passar no meio dos pombos, não, isso, não...
odeio pombos, e tenho medo de passar entre eles...
E então ela se dirigiu para a banca, mesmo sabendo que não havia outra forma de chegar lá, a não ser por entre os pombos, porém, sabia também, que não havia outro lugar, e que se quisesse ler algo naquela manhã, seria naquela banca na praça dos tais pombos...
Chegou na praça, sentou-se,
e de longe avistou as pessoas que por ali passavam, muitas se importavam, mas seguiam em frente, outras não demonstravam preocupação com eles e passavam pela praça, como se eles nem estivessem ali....
Sabia que queria um livro, talvez um livro também a quisesse, e estivesse do outro lado, na banca lhe esperando,...
Pensou em desistir, ir para casa e esquecer tudo, não ler, não procurar explicação para aquela enorme vontade de ler algo escrito durante horas, por alguém que queria conversar com ela através de linhas, através de páginas, mas também sabia que não era de desistir tão facilmente, era sagitariana, e quando queria algo, queria mesmo, e,conseguia,...
Aquela manhã ficaria marcada na vida dela para sempre,
e ela sabia disso,
e sentia isso,
tão intensamente, que não pensou duas vezes,
criou coragem,
levantou do banco,
fixou seu pensamento na banca de jornais,
fechou seus olhos e partiu,...
atravessou de olhos fechados aquele imenso corredor,
com pombos fazendo barulho a sua volta,
durante o percurso,
pensou por um instante, como estaria em casa, sua planta favorita,
Alma...
lembrou com nitidez de seu primeiro dia andando de bicicleta,
do momento em que caia e ouvia alguém dizendo:
- levanta e segue, tombos acontecem, não foi a primeira vez que tu caiu, não será a última, levanta filha,...
e ela sempre levantava e seguia, ....
lembrou também do seu medo da relâmpagos,
de quando era madrugada, e ela ouvia longe trovoadas,
e disparava para a cama de sua mãe,
até o dia em que seu pai a pegou,
levou a menina para a janela e a fez assistir o arco-íris depois da tempestade,
lhe dizendo que nunca precisava ter medo de algo barulhento e assustador,
pois após grandes trovões, sempre existiria aquelas cores no céu...
E então, após atravessar aquela revoada de pombos, abriu os olhos,
e ainda tremula,
perplexa, diante de sua coragem,
percebeu que a banca não existia mais,
ali agora havia uma escolinha para crianças,
ela olhou para trás, e percebeu que os pombos haviam sumido,
e que a praça estava vazia,
sua alma sentiu-se entristecida,
ela perdeu o medo daqueles pássaros,
mas manteve seu coração vazio, triste,
sem ter o que ler,
ouviu o barulho de um portão se abrindo,
olhou para a escolinha,
e viu uma menina se aproximar dela,
a menina vestia um vestido vermelho,
seus sapatos, vermelhos também,
ela lhe olhou por segundos,
pegou sua mão,
e lhe entregou uma magnólia,
ela então olhou para o lado e percebeu que na entrada da escolinha existia um lindo jardim com magnólias de todas as cores,
a menina abriu o portão, estava partindo e ela disse:
- ei, qual o seu nome?
- Izabeli, respondeu a menina dos sapatos vermelhos.
E ela voltou para casa,
pelo mesmo caminho,
percebendo em seu trajeto, pessoas,
animais,
carros,
um céu azul, que lhe acompanhava,
e também o sol,
que brilhava como nunca antes tinha brilhado...
Chegou em casa,
abriu a porta,
olhos de promessas incumpridas,
percebeu-se triste,
feliz por ter visto no olhar de pequena menina,
o amor,
a simplicidade de um alguém tão inocente,
e de um gesto tão emocionante,...
Quando entrou em casa, pisou em algo,
notou que era um envelope, uma carta,
alguém que lhe mandava notícias,
alguém que lhe mandava palavras de amor,
de carinho,
alguém que lhe trazia verdades e poesia,
alguém que não queria lhe deixar só....
e ela então,
pegou aquela humilde carta,
a abriu com todo cuidado,
e a leu:
"Para você...
Quando te entregarem essa carta, estarei chegando no campo de batalha,
não sei se sobreviverei à guerra, nem sei se chegará esta carta também,
mas espero que tu pense em mim, assim como penso um monte em ti,
queria que tu lesse ela, no teu jardim,
sentada naquele banco que coloquei ali com tanto carinho pra conversarmos à noite,
sentados próximos das flores que colhi um dia pra te acordar,
não fica esperando perguntas,
nem imaginando respostas,
vive teu dia, tua vida,
como se fosse sempre uma eternidade,
lembra de nossos planos,
de minha timidez,
de nossos medos
e de nossas madrugadas,
agora chove aqui,
são tanques,
armas,
feridos,
bombas de todo lado,
meu coração, ás vezes, parece que vai explodir,
não sei se de medo, acho que de tristeza mais ainda,
não foi fácil partir, sem te dizer o porquê,
também não adiantaria te explicar, não deixarias eu vir,
me dirias, como sempre me diz,
- não vai, deixa que os outros percam tempo na guerra,vamos construir nossa história, plantar nossas flores, regar nosso jardim, que seca lá fora,...
mas não adiantaria, sabes que eu viria igual,
é o que faço,
é o que gosto,....
agora preciso ir,
as cartas já estão indo, para serem entregues no correio,
essa só ainda não foi fechada,
porque alguém de bom coração, entende que preciso te dizer que te amo...
e te amo,...
até daqui a alguns dias,
a gente se vê, se fala,
um dia longe de ti, já foi uma eternidade,
imagina uma eternidade...
adeus...
ah!!!
guarda esta carta com alguma flor,
espero que encontres uma magnólia..."
E aquela carta preencheu de paz e alegria aquele coração perdido,
para sempre...
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Tardes demais - parte II
A vida que não imita a arte
"a adversidade desperta em nós, capacidades ,
que em circunstâcias favoráveis teriam ficado adormecidas,
por isso nos transformamos em astros,
e definimos nosso palco da vida,
como o centro de nossas complicações,
anseios e momentos de fúria,
por tentar fugir, não ficar,
por tentar escapar, não partir..."
assim vivemos de melodias prontas, entre letras e músicas...
e a vida assim, se faz...
Quase nada
Tardes demais
domingo, 11 de abril de 2010
Viver à vida
sábado, 10 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Em poucas palavras
Vento no litoral - Cássia Eller
espetacular!!!
Cássia Eller interpretando Vento no litoral, da Legião urbana,
se na versão original já ficou bonito,
essa interpretação ficou perfeita, dá prá para ver a emoção na voz dela,
uma música de letra forte e direta,...
quem sabe, um dia consigamos viver só de amor....
Lembranças de um amanhã
Onde está você agora
"Sexta feira, nove de abril,
10:17,
calma manhã de outono,
você fez meu dia feliz,
um sol lindo,
vento na árvore da janela,
pássaros cantando,
carros passando,
pessoas perdidas,
folhas ao vento,
pensamentos tristes em corações desesperados,
poesias escritas sem fim,
rádios desligados,
tvs sem imagem....
Tudo indo bem,
até que vem no meu pensamento você,
me fazendo sorrir,
e noto no outro lado da rua,
um garotinho brincando,
ele parece estar despreocupado com quem passa,
nem se importa com quem o cumprimenta,
ou não,
passam carros, o barulho,
nada lhe tira a concentração,
brinca como se fosse só o que importa prá ele,
e ele está certo,
um dia, irá sentir vontade de ter alguém,
irá querer esse alguém sempre por perto,
não saberá como dizer as palavras certas,
nem saberá o que dizer,
lhe faltarão palavras,
irá desejar alguém,
e esse alguém talvez o deseje, não sei,
só sei que restará a ele, a esperança,
esperará o momento certo de contar seus planos
e os desejos de seu pequeno coração,
resta esperar pra saber se ele entenderá o seu amor,
assim como se espera, que ele entenda se não for correspondido,
e não será,
muitas vezes terá de aceitar as flores do mal,
e escreverá poesias tristes,
tentando explicar a si mesmo, que seu coração se despedaçou,
sofrerá, por conseqüência de seus atos,
e, pior, sofrerá por não ter insistido em seus sonhos,...
o tempo passa, ele segue brincando,
a bola vai ao meio da rua,
um carro vem, e fura sua bola,
fico observando e o imaginando chorando por seu brinquedo,
penso em ir lá e ajudá-lo,
ele entra em casa,
desaparece por segundos,
volta com outra bola,
e continua brincando,
enquanto no meio da rua, os carros continuam a passar,
e eu aqui, fascinado por sua coragem em não chorar,
percebo que ele substituiu uma bola pela outra,
não se importando com a que se foi....
e assim, passo minha manhã,
lhe admirando,
observando os passos daquele pequeno menino,
e pensando:
nessa calma manhã de outono,
você fez meu dia feliz,
pena, não estarmos na beira da praia,
caminhando, perto do mar,
pena, eu não estar,
onde está você agora..."
Para Meg...
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Um pouco do que ainda não sei
"há saudades que ainda não senti,
poemas que ainda não escrevi,
palavras que deixei de acreditar,
oceanos que ainda não naveguei,
tantos sonhos que ainda não explorei,
o tempo que ainda não deixei passar,
o coração que ainda não deixei se emocionar,
o céu que ainda não deixei se azular,
o pouco que ainda não consegui aumentar,
as certezas que ainda não consegui descobrir,
e há ainda,
as noites, que eu não posso dormir
de remorso por tudo o que eu deixei de cometer..."
Jesus respondeu:
"eu sou o caminho,
a verdade e a vida;
ninguém vai ao pai,
a não ser por mim,..."
(Jo 14:6)
Assinar:
Postagens (Atom)